segunda-feira, 31 de maio de 2010

Gripe: Médicos Indicam Alternativas Para Prevenção


27/05/2010


Complementos ou alternativas à vacina, medicamentos homeopáticos, fitoterápicos e até acupuntura são boas opções para ajudar a evitar a gripe e tratar seus sintomas

Para encarar a época mais fria do ano, e com ela mais uma temporada de gripes e resfriados, é importante conhecer as principais alternativas disponíveis para prevenção dessas doenças. Em conjunto com a vacina, outras opções terapêuticas podem apresentar bons resultados. É o caso dos medicamentos homeopáticos e fitoterápicos, por exemplo – que não apresentam efeitos colaterais e são conhecidos aliados para prevenir a gripe comum e também tratar seus sintomas.

“É realidade que nos casos de gripe a terapêutica homeopática é bastante segura e eficiente – seja para prevenção ou tratamento”, afirma a médica pediatra e homeopata Dra. Márcia Varejão. Ela explica que a homeopatia é uma opção terapêutica desenvolvida a partir de um método que consiste em aplicar uma substância altamente diluída capaz de produzir efeitos semelhantes aos que o paciente apresenta.

A especialista conta que a homeopatia trabalha para manter o equilíbrio do corpo e, assim, garantir que a imunidade do organismo esteja fortificada. “Com a defesa adequada, as pessoas ficam mais fortes e, mesmo em contato com o vírus, não desenvolvem a doença”, explica.

“Nos casos em que a gripe já está estabelecida, o tratamento homeopático atua da mesma forma. O que ocorre, porém, é que a terapêutica é mais incisiva na hora de reestabelecer a saúde”, certifica. A grande vantagem dessa opção terapêutica, segundo ela, é que poderá não possui efeitos colaterais.

Acupuntura: terapia milenar chinesa para tratar a gripe

Outra opção interessante de prevenção e tratamento da gripe é a acupuntura. “A eficácia da acupuntura para tratamento da gripe vai depender do estágio em que ela se encontra. Quanto mais precocemente for iniciado o tratamento, melhor será o resultado”, conta o médico acupunturista Dr. Tiokei Ogusco.

Ele também ressalta que a terapêutica visa o equilíbrio energético e o fortalecimento da defesa, impedindo a invasão de fatores patogênicos e, por isso, tem um importante papel na prevenção da doença.

“A abordagem do tratamento varia de indivíduo a indivíduo, visando proteger o órgão mais diretamente afetado, como o pulmão, por exemplo. São usados também pontos que aliviam sintomas como tosse, obstrução nasal, coriza, febre, dores musculares e cefaleia. O número de sessões, o tempo de tratamento e os resultados dependerão do estado clínico do paciente”, completa o especialista.

Fitoterapia

A fitoterapia é caracterizada pelo tratamento de doenças através do uso de plantas medicinais. De acordo com essa terapêutica, as plantas e os alimentos apresentam princípios ativos que combatem doenças. Manjericão, alecrim, manjerona, sálvia, que podem ser utilizados como tempero no dia a dia, são bons para tirar as toxinas do organismo. Para gripes fracas, são recomendados canela, gengibre e flor de laranjeira. Já para gripes fortes, as opções são flor de sabugueiro, soja e tília. A administração através de chás é a maneira mais recomendada.


Autor: Barcelona Soluções Corporativas e Relações Institucionais

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Teoria dos Fios de Ouro


Teoria dos Fios de Ouro & Terapia do Elogio
Tags: elogio gratidão fios de ouro Arthur Nogueira
Humberto Maturana é um biólogo chileno que fala e escreve muito sobre como somos resultado de nossas emoções e relações. Ele tem uma teoria sobre como viver em estado de graça e evitar a depressão ou aquela solidão de isolamento e abandono.

Chamo essa sua teoria dos Fios de Ouro e explico assim: cada vez que faço um vínculo, por estar absolutamente verdadeira e presente, com flores, cores, lua, céu, mar, animais, cristais, artes, pessoas, amigos, conversas, livros, palavras, expressões, risos, choros, abraços, mãos dadas, olhares etc., cada vez que me emociono com estes momentos de troca, de relação; Maturana afirma que se formou, em cada um destes contatos verdadeiramente percebidos e vividos, um Fio de Ouro que me liga àquela flor, quadro, sorriso, lágrima, lua, filho ou amigo.

Assim, toda vez que me acontecer algo que possa me roubar energia, me jogar no chão, como numa solidão depressiva ou ansiedade doentia, todos aqueles fios de ouro não me deixarão cair ou caída por muito tempo.

E, quanto mais Fios de Ouro vou cronstruindo pela vida, mais difícil será cair e me sentir sozinha. Mais fácil e rapidamente me recupero daquele desafio e sigo encontrando situações para me manter alerta e tecendo novos Fios de Ouro, fortalendo minha malha de sustentação ao amor e estado de graça.

E, quanto mais ligada à vida estou por estes Fios de Ouro, mais vontade tenho de rir, abraçar e elogiar!

Então, vejamos o que o psicólogo Arthur Nogueira tem a nos falar sobre sua Terapia do Elogio:

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos etc.

Só vemos pessoas distantes do seu coração valorizando artistas, cantores, fofocas, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, da imagem e só.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias, a todos. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho ou percepção impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.

Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Pense nisso!

Crianças - O Adulto de Amanhã


Crianças - O Adulto de Amanhã
Tags: educação Jon Talber
Por Jon Talber

Um pouco de atenção vale mais que muita preocupação.

Quando não estamos presentes na educação dos nossos filhos, logo estamos em busca de algum culpado para justificar a razão dos seus comportamentos deformados. Mas, infelizmente para os pais, não há como justificar que o resto do mundo seja culpado de alguma coisa. Podem criar desculpas elaboradas, podem ter um motivo para cada coisa, e podem mesmo alegar falta de tempo, pois trabalham fora, precisam manter a casa, etc. Mas, não há como fugir da realidade, e esta é simples, os pais ou tutores são os verdadeiros responsáveis pela conduta de suas crianças, afinal de contas, estas não vieram ao mundo como cães sem dono.

Se não conseguem ter tempo para cuidar delas, isso faz parte do problema criado por eles mesmos, e não existem outros culpados. Como podemos exigir do mundo coerência para o modo de pensar e agir dos nossos filhos, se nós mesmos nunca lhes demos isso? Uma criança, criada dentro de um lar atencioso, com pais ou tutores carinhosos, respeitadores, só por obra de um trágico e ilógico destino, poderão ter uma mente deformada ao crescerem.

As tentações do mundo lá fora, seus vícios e manias, existem primeiro dentro de nossas casas, através de nossas posturas pessoais, do modo como para elas retratamos e descrevemos os nossos ideais, nossas angústias, frustrações e medos.

Disso vai depender o que gostarão de ser no futuro, e a influência lá de fora, servirá apenas de complemento para seus desejos. Sendo criado em um ambiente de atenção, cuidados e compreensão, nada, mais nada, do mundo lá fora, tenderá a influenciá-los de forma negativa. Se ainda assim caírem em tentação, será porque uma correta educação preliminar, nunca tiveram em casa. Não se trata de lhes proporcionamos conforto e plenitude material, mas antes disso, de lhes darmos atenção e respeito, afinal, são nossos filhos.

Muitas vezes se comenta, como jovens que tem uma boa vida, uma família estruturada e estável, uma boa escolaridade, pais aparentemente justos que lhes suprem todas as necessidades, como jovens assim, se deformam a ponto de cometerem excessos, se entregarem aos vícios ou drogas, ou praticarem delitos graves.

Educar sem vocação é o mesmo que tentar ler com o livro fechado.

Perguntamos nesse ponto: Como afinal de contas nasce a mente de um jovem; de onde virão as influências que lhe darão o comportamento, a conduta que o caracteriza como indivíduo? Do mundo lá fora, dos amigos; sugestão da sociedade, dos costumes; o que afinal de contas os influenciam a ponto de determinar o que devam ou não ser, devam ou não fazer de suas vidas?

Uma criança não se preocupa com a personalidade que terá; ela sequer sabe o que vem a ser isto.

Sabemos que uma criança não nasce com uma personalidade, então, só podemos deduzir, pela lógica, que tudo isso ocorre no intervalo entre sua fase infantil e adolescente. Mas, como essa criança recém chegada ao mundo apreende os caracteres que determinarão sua personalidade, seus gostos, seus desejos, suas amarguras, seu caráter?

Uma criança aprende através da imitação, logo ela precisa de um exemplo prático para imitar, um modelo para reproduzir, ou vários modelos, e destes, finalmente, vai tirar aquilo que lhe servirá de gabarito para construir sua própria personalidade. Não há outra maneira, mas existem muitas formas de como essa maneira tende a se apresentar para ela, ou influenciá-la.
Elas não poderão gostar das coisas lá de fora, se já não tiverem uma predisposição psicológica para que tais influências surtam efeito sobre as mesmas. Não se trata de atração involuntária, ou necessidade física por uma ou outra coisa do mundo, pois o que existe de concreto, é uma mente, um cérebro a deduzir, a avaliar, tudo aquilo que pode lhe proporcionar alguma vantagem, alguma compensação, ou prazer.

No cérebro, é lá dentro que estão suas memórias, suas lembranças, tudo aquilo que aprendeu a odiar ou preferir, a rejeitar ou idolatrar. Isso se aprende, se aprende com alguém, seja quem for; isso não é coisa inata, nem uma condição física que não esteja sob o domínio da vontade, como acontece, por exemplo, com uma corrente sanguínea, que flui, sem depender do nosso desejo, credo ou opinião.

A questão que surge então é essa: Como surgem as predisposições, os desejos, as preferências, as antipatias ou empatias que darão lastro a personalidade dos nossos filhos, uma vez que eles não nascem com isso? Será coisa instintiva, como o são a capacidade de sentir fome, frio, etc., ou isso se aprende através da imitação, de um modelo que lhe sirva de exemplo?

Para diferenciar uma coisa instintiva de outra adquirida através do hábito, é simples, basta separar aquilo que é movido pelo desejo, pela vontade, daquilo que não é. Por exemplo, sentir fome, sentir dor, e assim por diante, isso não depende de nossa vontade, ocorre à revelia do nosso querer, logo aí não há a interferência do pensamento, isso é instinto. Se podemos escolher ou comparar, preferir, então é coisa do pensamento, faz parte de nossas memórias apreendidas, acumuladas através de nossa experiência pessoal, e certamente, de alguém isso copiamos, ou aprendemos.

Descobrir que os vícios do mundo são repassados a cada geração para nossos herdeiros, esse deve ser o primeiro passo; aceitar que esse é o modo que serve de modelo às futuras gerações, é compreender a coisa. Feito isso, como educadores, assim como o agricultor que pretende separar os grãos incapazes de germinar dos capazes, devemos avaliar tudo aquilo que não mais nos serve, que não serve de exemplo ao homem, que não mais merece ser imitado, repassado, como até hoje o temos feito, cujo resultado é o mundo onde vivemos.

Não podemos mudar o mundo, que isso fique muito claro, tão óbvio quando o ar que respiramos, mas podemos sim, transformar o indivíduo, aquele que vê esse mesmo mundo, o mesmo que multiplica e perpetua os hábitos que aqui se pratica. Este sim será capaz de alguma ação, individual, capaz de deixar uma herança digna para seus sucessores, sem vícios, e talvez, criar, um lugar mais justo para se viver.

Jon Talber é pedagogo e escritor de temas de auto-ajuda. Estudou por muito tempo filosofia oriental e antropologia. Email: jontalber@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Texto extraído do site: http://sitededicas.uol.com.br/index.htm

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Contra Dores De Inverso, Mexa-se!


O frio está chegando e, para muita gente, pode trazer problemas como dor nos ossos, nas articulações, na musculatura.
Inspirados por filmes e notícias de outros países, quem de nós já não sonhou em curtir o inverno frente à lareira, enrolado em uma manta? Embora esse aconchego seja tentador, certamente não é acessível a todos e acaba sendo uma possibilidade distante da realidade. O frio está chegando e, para muita gente, pode trazer problemas como dor nos ossos, nas articulações, na musculatura; sintomas de artrose e de bursite se acentuam; dor de ouvido, dor de cabeça; sem falar nas gripes e resfriados e suas respectivas dores no corpo. O que fazer? Primeiro nem sonhe em ficar parado frente à lareira. Mesmo que possível, essa não seria mesmo a melhor opção para a saúde. Para combater os males do frio sobre o corpo humano, a regra é: mexa-se! Veja a seguir dúvidas muito comuns das pessoas relacionadas ao inverno e como movimentar-se pode evitar diversos problemas, impedindo que o corpo enferruje nesta estação do ano.

1. Pessoas mais magras sentem mais frio?

As pessoas mais magras tendem a sofrer mais com a queda de temperatura, porque a gordura corporal dá uma proteção ao frio. Portanto, sentem mais frio em relação aos mais gordinhos. O corpo humano tem temperatura estável, por volta de 36 graus, dependendo de cada um. Quando faz calor precisa perder temperatura e quando esfria muito é o contrário, há necessidade de ganhar temperatura.

2. As pessoas ficam pálidas no inverno?

Ocorre que, com o frio, os vasos se escondem e o coração passa a bater mais forte para manter a temperatura corporal. Este esforço resulta na palidez do rosto.

3. Os ossos dóem mais no inverno?

Esta é uma pergunta que sempre ouço. A resposta é sim! E há explicação para isto. É fato que, nos dias frios, aumenta a possibilidade de constrição vascular (diminuição do fluxo de sangue nos vasos do corpo) e a pessoa se encolhe ao sentir o frio, tensionando músculos e nervos. A tendência é de os músculos ficarem mais tensos ou terem contratura, o que ajuda a tornar algumas partes do corpo doloridas. Ficar encolhido pode afetar a postura e provocar dores na coluna. Além disso, nas articulações, o líquido sinovial — que fica mais espesso com o esfriamento do corpo —, pode gerar incômodos também.
Apesar dos poucos estudos sobre o impacto da baixa temperatura no organismo das pessoas, é fato que queixas de desconforto nos ossos, articulações e músculos são muito comuns nos consultórios médicos durante o inverno. O clima frio é um problema mais sério para quem sofre de algumas doenças crônicas. Na área de ortopedia há muitas reclamações de dores nas articulações. Os sintomas da artrose ou da bursite ficam acentuados. Não se sabe ao certo se a responsável por provocar as dores é a temperatura baixa ou a umidade do ar. Sem contar a sensação térmica, que é a temperatura percebida pelo corpo humano diante da conjunção do frio com o vento, que resulta em mais frio do que a temperatura marcada pelos termômetros. O fato é que as pessoas admitem que ficam sem disposição para a atividade física quando faz frio, o que é um erro para a saúde.

4. No inverno, é melhor tratar os problemas no corpo com bolsa de água fria ou quente?

Na verdade, tanto faz. Há uma controvérsia em fisioterapia sobre qual é a melhor opção para tratamento: o uso de calor ou frio? Digo que cada um tem uma função apropriada para cada problema e pode-se usar até alternadamente gelo ou bolsa de água quente ou o calor de lâmpadas. O tratamento com frio é mais completo porque é analgésico, a aplicação diminui a sensibilidade local e reduz a inflamação, quando ela existe. Em todo caso, havendo intolerância ao gelado porque a temperatura ambiente está muito baixa, o paciente pode fazer compressa quente. O calor faz com que aumente a circulação nos vasos associados, melhora a circulação na região e intensifica a atividade. A alternância entre o frio e o calor serve para tirar o inchaço do local.

5. Frio demais dá dor-de-cabeça?

A constrição sanguínea ou a contração muscular podem provocar dores na cabeça. Por isso, convém se agasalhar, usando toca ou chapéu, para manter esta parte do corpo mais relaxada. Dentro deste tema, algumas pessoas sentem dor-de-cabeça quando tomam sorvete, mesmo que no verão. A explicação é a mesma: o frio do sorvete afeta a temperatura do sangue e dos músculos e desencadeia os mesmos sintomas de quando a temperatura ambiente não está alta.

6. O choque térmico provoca mesmo doenças?

Aqui a informação importante, principalmente para quem sofre de doenças reumáticas: a troca de calor para frio ou vice-versa não causa a dor. A friagem sentida ao abrir a geladeira logo após tomar um banho quente, o chamado golpe de ar, já foi acusada de provocar paralisia facial. Hoje, não há discordâncias quanto a isto: a paralisia é provocada por um AVC, um derrame cerebral.

7. E gripes e resfriados?

As mudanças de temperatura podem ajudar a desencadear um quadro de resfriado. As gripes porém são transmitidas por microorganismos e independem de mudanças de temperaturas. Gripes e resfriados são doenças muito mais incidentes no inverno do que no verão. Por isso, recomenda-se a vacinação anual, inclusive dos tipos mais graves, como a causada pelo vírus H1N1, e evitar as mudanças bruscas de temperatura, protegendo sempre o corpo com agasalhos. No frio, o nariz e a garganta parecem mais sensíveis quando a pessoa apresenta um quadro de gripe e resfriado. Convém manter a higiene e ficar atento a novos sintomas, que poderão exigir outros medicamentos, sempre indicados pelo médico. Aliás, não se deve automedicar mesmo no caso de um simples resfriado.

8. Como ficar bem disposto nos dias frios?

Os músculos e articulações frequentemente parados ajudam a aumentar sintomas de muitos problemas de saúde, pela perda de flexibilidade. Com o passar do tempo, o sedentarismo tem sido o grande vilão da saúde. Como ninguém quer perder a autonomia quando ficar mais velho, a dica é mexer o corpo agora. Recomendo duas coisas muito simples: fazer alongamento e caminhada, fortes aliados no combate às dores de inverno. Estas atividades físicas são complementares e recomendadas quase que para todas as pessoas, em qualquer idade.

9. Como o alongamento ajuda?

Antes de fazer qualquer exercício físico, o alongamento é essencial e no frio, sua importância é crucial para destravar ossos, músculos e nervos para que o sistema locomotor funcione plenamente e com toda a facilidade. Os exercícios de alongamento são simples e podem ser praticados a qualquer momento. Ao levantar, espreguice e no trabalho ou na escola, estique pernas e braços, evitando ficar muito tempo em uma só posição. A maneira correta de se alongar é observar a postura ereta, posicionando a coluna reta, alinhada com a cabeça (para isto, utilize o queixo como guia: ele deve ficar paralelo ao chão). A partir daí, movimente braços, pernas e pescoço, esticando a musculatura e relaxando. Fique atento ao trabalho de músculos e articulações, que devem ser dobradas e desdobradas. O ideal é fazer alongamento pelo menos uma vez ao dia, todos os dias. Cada movimento, convém ser repetido três ou quatro vezes. No caso do alongamento ser praticado antes e depois da prática esportiva, é recomendável que a sessão dure cerca de dez minutos.

10. Como o hábito de realizar caminhadas pode ajudar?

O hábito de caminhar deve ser mantido em todas as estações do ano. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que a caminhada continue a ser uma prática saudável, mesmo no inverno. É importante saber que a respiração se altera na caminhada no inverno, porque o ar gelado entra pelo nariz e se choca com a temperatura interna do corpo – cerca de 36 graus centígrados. Além disso, ficamos mais vulneráveis a lesões musculares, gripes e resfriados.
E quais os cuidados para caminhar no inverno? Atenção redobrada ao alongamento! O alongamento deve ser feito, no mínimo, por 15 minutos. Mãos, pés e cabeça precisam de estimulação extra. Faça movimentos contínuos para que fiquem aquecidos. Além disso, não esqueça o agasalho, inclusive para as extremidades do corpo. Aconselho a caminhada pela manhã. Em outro horário é preciso proteger a pele porque mesmo no inverno os raios solares são nocivos e, quem mora em cidade grande, pode evitar as horas do meio do dia por causa da poluição do ar.
O exercício mexe com a musculatura e contribui para o bombeamento do sangue para as extremidades. Faça também um alongamento em todo o corpo, como se estivesse espreguiçando. Para esquentar os pés e as pernas, fique em pé, deixe os pés paralelos e role a planta do pé, ficando apoiado nas pontas e depois nos calcanhares, repetidas vezes, e para as mãos, coloque a palma para cima e massageie com o polegar a região do punho, alternando a direita e a esquerda. Caminhar ajuda a aumentar a resistência, o que ajuda a evitar resfriado e gripe. A receita do esquimó é correta: não deixe de movimentar o corpo, mesmo que haja muita neve lá fora.

Fabio Ravaglia

Médico ortopedista graduado pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) com residência médica no Hospital do Servidor Público Estadual, especialização em coluna vertebral pelo Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho (Santa Casa de Misericórdia de São Paulo) e mestre em cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, dr. Fabio Ravaglia foi o primeiro brasileiro aceito pelo programa do Royal College of Surgeons of England, onde se especializou em ortopedia reumatológica (próteses e revisão de próteses articulares, artroscopia de várias articulações, tratamento de dor na coluna e traumatologia). Durante quatro anos atuou como cirurgião ortopédico em hospitais ligados à Universidade de Bristol, na Inglaterra, país reconhecido pelo pioneirismo no desenvolvimento de próteses e de técnicas de ortopedia reumatológica. Na Alemanha, dr. Ravaglia fez especialização nas mais avançadas técnicas para cirurgias de coluna minimamente invasivas, realizadas com um aparelho do tamanho de uma caneta e com anestesia local. A técnica é utilizada para cirurgias de hérnia de disco.

Em 1994, o ortopedista voltou ao Brasil e passou a atuar com um avançado tratamento cirúrgico para problemas das articulações — a artroscopia, técnica cirúrgica que minimiza as desvantagens da cirurgia e reduz as dores provocadas pela artrose, artrite, traumatologia e hérnia de disco. O dr. Ravaglia é também membro do corpo clínico externo dos hospitais Albert Einstein, Oswaldo Cruz e Santa Catarina; diretor-presidente da Arthros Clínica Ortopédica; membro emérito da Academia de Medicina de São Paulo (cadeira 118, patrono Ernesto de Souza Campos); e membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT. Desde 2005, o dr. Fabio Ravaglia preside o Instituto Ortopedia & Saúde, organização não-governamental que tem a missão de difundir informações sobre saúde e prevenção a doenças e que organiza o Projeto Cidadania – Caminhadas com Segurança, evento mensal que incentiva a atividade física e conta com uma feira de saúde aberta à população para a realização de exames gratuitos.




Autor: Dr. Fabio Ravaglia
Fonte: Printec Comunicação

terça-feira, 11 de maio de 2010

Curiosidades Da China


FU XI E O CASCO DE TARTARUGA

Fu Xi ou Fu Hsi foi o primeiro dos Três Soberanos na China Antiga. Ele é um herói cultural renomado por ser o inventor da escrita, pesca e caça. Também é conhecido por ter dado origem ao I Ching quando fez a leitura do Mapa do Rio Amarelo, de acordo a esta tradição Fu Xi tinha a ordem dos trigramas do I Ching que foi revelada para ele de uma forma sobre natural. Diz-se que ele descobriu o arranjo dos trigramas em marcas nas costas de uma tartaruga que emergiu do Rio Luo. De acordo a lenda a terra foi devastada por uma grande enchente e apenas Fu Xi e sua irmã Nüwa sobreviveram. Fu Xi e Nüwa encontraram uma forma de criarem humanos usando barro. E assim com o poder divino outorgado a eles darem vida a estas figuras. Fu Xi então se tornou governador do mundo. Ele viveu por 197 anos e morreu em lugar chamado Chen, onde seu mausoléu ainda pode ser encontrado e visitado.

Sabedoria Milenar



"Um homem não pode se tornar um cavalheiro a menos que entenda o Destino; ele não pode ocupar o seu lugar a menos que entenda os ritos; ele não pode julgar os homens a menos que entenda as palavras.

Livro XX, Os Analectos.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Sinais de Maturidade



Achei muito verdadeira esta mensagem que recebi do meu instrutor de Taijiquan, inclusive, ele a enriqueceu ainda mais, com uma última frase.

Sinais de Maturidade
Fátima Irene Pinto


A gente não sabe ao certo quando ela chega nem como ela se instala - talvez porque seja de forma lenta e quase
imperceptível - mas de repente a gente se dá conta da prazerosa sensação da maturidade.
A pessoa madura sente-se mais livre para expressar pensamentos e sentimentos dizer a sua verdade calma e mansamente. Muitas vezes opta por não dizer nada ainda que esperem que ela diga, e isto não lhe causa nenhuma culpa ou constrangimento.
A pessoa madura sente-se contente consigo mesma, valoriza o longo trajeto já percorrido e verifica que tanto as vitórias quanto as derrotas foram necessárias para o seu crescimento e plenitude.
Não se desespera quando a vida parece dar uma longa pausa e aguarda com serenidade e otimismo as novas
circunstâncias ainda não configuradas no cenário de sua existência.
A pessoa madura decididamente não faz tipo e se liberta de vez da idéia: mas o que vão pensar de mim??
Aprende a distinguir valores essenciais dos valores supérfluos e descartáveis. Sabe que esta passagem pela
terra é rápida demais para ser desperdiçada com mazelas.
Os sonhos, projetos e ideais de uma pessoa madura são quase sempre exequíveis.
Contenta-se com o que tem, ajusta-se dentro do próprio orçamento, não gasta mais do que ganha e faz algumas renúncias (de forma serena) em prol de seu núcleo familiar ou de alguma causa que resulte no bem comum.
A pessoa madura se despoja dos melindres, se despe dos preconceitos, deixa de ser reativa para ser pró-ativa.
Aprende a gostar da própria companhia, torna-se a melhor amiga de si mesma dando ao próprio "eu" os contornos do equilíbrio.
Conhece seus pontos fortes e fracos, sabe que não tem todas as respostas nem é dona da verdade mas mantêm um código secreto de verdades e valores próprios que lhe permitem nortear-se, de forma positiva, pelas diversas circunstâncias da vida.
A pessoa madura não aparenta ser. Ela é! Ela é alguém que fez um "clean-up", passou o "desfragmentador" no seu "disco rígido" e deu "del" em centenas de arquivos inúteis que atravancavam e emperravam o livre fluxo da própria existência.
Ela é alguém que está em paz consigo mesma.
(esta é por minha conta: A pessoa madura não cobra, e muito menos coloca outros na defensiva. Ela não precisa disso. Ela é segura.
Elio Lee)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Proteção do Chá Verde Contra o Glaucoma E Outras Doenças


03/05/2010

Chá verde protege os olhos contra o glaucoma e outras doenças

Cientistas confirmaram que as substâncias saudáveis encontradas no chá verde podem penetrar nos tecidos do olho


Cientistas confirmaram que as substâncias saudáveis encontradas no chá verde - famoso por suas propriedades antioxidantes e de combate a diversas doenças - podem penetrar nos tecidos do olho.

O novo estudo, o primeiro a documentar como o cristalino, a retina e outros tecidos oculares absorvem essas substâncias, levanta a possibilidade de que o chá verde possa proteger contra o glaucoma e outras doenças oculares.

Catequinas

Chi Pui Pang e seus colegas da Universidade de Hong Kong destacam que as chamadas catequinas do chá verde estão entre um grupo de antioxidantes que se acredita serem capazes de proteger os olhos.

Catequinas são polifenóis, normalmente chamadas de "flavonoides do chá" devido à sua potente ação antioxidante.

No mesmo grupo de antioxidantes com indícios de proteger os olhos estão a vitamina C, a vitamina E, a luteína e a zeaxantina.

Chá verde para os olhos

Até agora, porém, ninguém sabia se as catequinas do chá verde realmente passavam incólumes pelo estômago e pelo trato gastrointestinal para circularem pelo organismo até atingir os tecidos do olho.

Pang e seus colegas eliminaram essa incerteza em experimentos com ratos de laboratório que ingeriam chá verde.

A análise dos tecidos oculares dos animais mostrou, acima de qualquer dúvida, que as estruturas do olho absorveram grandes quantidades de catequinas individuais.

A retina, por exemplo, absorveu os mais altos níveis de galocatequina, enquanto o humor aquoso tendeu a absorver a epigalocatequina.

Proteção contra o estresse oxidativo

Os efeitos das catequinas do chá verde na redução do estresse oxidativo prejudicial nos olhos duraram até 20 horas.

"Nossos resultados indicam que consumo de chá verde pode beneficiar o olho contra o estresse oxidativo", conclui, taxativo, o estudo.


Autor: Imprensa
Fonte: Diário da Saúde

domingo, 2 de maio de 2010

OS Objetivos Da Reflexologia


Primeiro, é preciso ter em mente certas coisas que se podem e não se podem fazer. Seja sempre realista quanto ao que espera alcançar; nunca prometa curas nem tente diagnosticar condições clínicas.
Tenha metas realistas
Se você é um profissional da reflexologia que trabalha regularmente, terá de decidir por si mesmo quais são seus objetivos específico e a que ponto se considera capaz de aliviar cada um de seus clientes. É óbvio que, se um deles está há muitos anos confinado a uma cadeira de rodas, sofrendo de esclerose múltipla e, talvez, de infecções de bexiga agudas e freqüentes, o máximo que você poderá fazer será estimular sua circulação geral, reduzir a freqüência das infeeccções, proporcionar-lhe uma sensação de bem-estar geral e melhorar sua qualidade de vida. De maneira alguma um reflexologista, por mais talentoso que seja, conseguirá fazer com que esse cliente volte a andar ou que a esclerose múltipla desapareça.
De igual modo, seria muitíssimo improvável que um cliente de meia-idade, com longa história de asma e acostumado desde a infância a inalações à base de esteróides para ter alguma qualidade de vida, recuperasse plenamente a saúde. De um modo geral, as pessoas que padecem há muito tempo de asma apresentam atrofia da função pulmonar e frequentemente inchaço do coração, que esteve durante anos às voltas com um suprimento limitado de oxgênio, durante as crises agudas. Mas é lícito esperar uma redução na freqüência das crises,e crises menos severas. Por outro lado, se estiver tratando um jovem que ficou com problemas nas costas depois de carregar um peso excessivo, é claro que poderá antecipar uma cura total.
Encare com realismo o tratamento dos clientes e entenda que, embora a reflexologia seja uma técnica maravilhosamente benéfica para inúmeras condições físicas, ela não é de modo algum uma panacéia.

Não prometa curas

Declarar-se capaz de "curar" seja lá o que for é uma promessa um tanto quanto arrojada. O objetivo do profissonal da reflexollogia é aliviar a dor, melhorar as funções orgânicas e ajudar o corpo a eliminar com mais eficiência seus resíduos, sobretudo por intermédio do fígado.
"Curar" significa, na verdade, restituir um corpo permanentemente à sua condição quase ideal. Mas isso nenhum tratamento, ortodoxo ou complemetar, pode oferecer.


Não diagnostique nem prescreva

Existe muita confusão com respeito à diagnose. A reflexologia não tem condições de diagnosticar doenças internas. No entando, o reflexologista pode descobrir que determinada parte do pé mostra sensibilidade, a qual, por sua vez, indica a presença de congestão, inflamação e tensão na parte correspondente do corpo. Com freqüência, tratando as áreas sensíveis, consegue-se combater a inflamação, remover a tensão e melhorar bastante o funcionamento do sistema comprometido.
Quando se detecta uma sensibilidade no pé, é absolutamente errado tirar daí conclusões quanto ao que ela porventura indica. Por exemplo, se os pontos reflexos do fígado de uma determinada cliente revelam grande sensibilidade, não presuma de imediato que ela está sofrendo de uma moléstia daquele órgão. Isso já é diagnosticar, sobretudo quando você extrapola para "Acho que ela está com hepatite ou cirrose do fígado". Uma sensibilidade no reflexo do fígado pode derivar de muitos fatores, como consumo excessivo de álcool ou comidas gordurosas (entre outra, é tarefa do fígado processar o álcool e a gordura). Também pode indicar nível elevado de colesterol, o que é geralmente a causa mais provável quando você trata de um cliente com angina ou moléstia coronariana.
Outro exemplo é quando você detecta grande sensibilidade na área reflexa do coração. A localização, no pé, dos pontos reflexos do coração também se liga aos músculos do tórax (como os peitorais), tanto quanto ao músculo cardíaco em si. Os músculos do tórax podem ficar distendidos simplesmente por se levantarem grandes pesos, pelas prática da jardinagem ou até por se carregar um bebê num dos lados durante muito tempo. Não seria nada profissional concluir desde logo que o paciente "sofre do coração", e menos profissional ainda, tanto quanto antiético, comunicar isso ao cliente.
Nunca se esqueça de que o profissional da reflexologia não está em condições de diagnosticar esses problemas específico. Só médicos o podem fazer, pois ´s eles têm acesso a aparelhos de raios-X, equipamentos para exames de sangue, tomógrafos, etc.

sábado, 1 de maio de 2010

Qualidade De Vida


Viver com qualidade é o que as pessoas mais procuram

Para alcançar o bem-estar pleno, é necessário distinguirmos qualidade de vida de qualidade para a vida
Apesar da correria diária, estresse, ansiedade, angústias e os sofrimentos vividos pelas pessoas, a qualidade de vida ainda é uma busca constante. Para alcançar o bem-estar pleno, é necessário distinguirmos qualidade de vida de qualidade para a vida.
O termo qualidade de vida está ligado a gerenciamento de tempo, quando conseguimos viver diversas experiências, ou seja: trabalhar, praticar esporte, se divertir e relaxar. Mas, com tantas atividades a serem realizadas, acabamos fazendo tudo sem conseguir deixar a tensão de lado.
Já a qualidade para a vida não é a proposta de ter tempo para tudo, mas sim saber utilizar bem seu tempo. Por exemplo:

- No trabalho, busque minimizar os efeitos do estresse;

- Em casa, quando está na companhia dos filhos esteja presente sem se preocupar com outros assuntos;

- Na academia, malhe, liberte-se, sinta-se melhor com um tempo exclusivo para você.

Conclusão: é preciso estar plenamente em cada atividade para vivenciá-la como deveria. Quando se está em uma ação, todas as outras se tornam irrelevantes, nos concentramos no hoje, no agora e vivenciamos melhor cada experiência nos sentindo mais inteiros e mais tranquilos também.
Para ter uma boa saúde física e mental é preciso estarmos bem conosco, com a vida, com quem está próximo, refletindo sobre as nossas sensações e sentimentos. Para alcançar esse equilíbrio, busque manter hábitos saudáveis do corpo e da mente, priorize o balanceamento entre a vida pessoal e profissional e reserve tempo para o lazer e saúde espiritual.
Ter tempo hábil para realizar todas as atividades diárias não é fácil, especialmente quando temos que lidar com um inimigo que afeta também nossa saúde, o estado de estresse. Uma pessoa muito estressada e tensa durante todo o dia, libera um hormônio chamado cortisol que, ao permanecer por muito tempo no organismo, baixa a nossa imunidade. Essa alteração pode acarretar desde uma gripe até o desenvolvimento de um câncer. Por isso, devemos viver da melhor forma o que a vida nos oferece, tanto as experiências boas quanto ruins. É preciso gerenciar a ansiedade, a pressão, a tensão e o estresse que a sociedade contemporânea nos impõe e lembre-se: o mais importante é sempre o que você está vivenciando agora, deixe o depois para resolver depois.

* Dr. Willian Mac-Cormick é psicólogo clínico, institucional e organizacional - Coach e sócio da consultoria em capital humano Mac-Cormick & Sommer Executive.


Autor: Willian Mac-Cormick Maron
Fonte: Willian Mac-Cormick Maron

Excesso De Sal Aumenta O Risco De Catarata Em Mais De 50%


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29/04/2010



O sódio contido no sal regula os fluidos e as substâncias extracelulares dos olhos
O brasileiro ingere, em média, 12 até 15 gramas de sal por dia, contrariando a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) que sugere no máximo 6 gramas por dia.
O consumo excessivo de sal é conhecidamente um fator que eleva a pressão arterial, aumentando o risco de um acidente vascular cerebral - derrame cerebral. O que poucos sabem é que o excesso de sal pode diretamente afetar os olhos.Estima-se que o consumo excessivo de sal aumenta o risco de catarata em mais de 50%.
A catarata é uma doença dos olhos que consiste na opacidade parcial ou total do cristalino ou de sua cápsula. Isso ocorre porque o sódio contido no sal regula os fluidos e as substâncias extracelulares dos olhos.
O consumo abusivo de sal dificulta a manutenção da pressão osmótica entre as células do cristalino, que para manter a sua transparência normal, requer um baixo nível de sódio.A partir dos 50 anos recomenda-se que a ingestão de sal não deva ultrapassar 5 gramas por dia.
As principais medidas que ajudam a reduzir a ingestão de sal são: eliminar o saleiro da mesa, evitar os produtos enlatados, envidrados, embutidos, queijos, salgadinhos de pacote e outros produtos industrializados.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Autor: Portal do coração
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Pesquisa Com Pimenta Pode Resultar Nova Geração de Analgésico


29/04/2010



A pimenta malagueta é rica em uma substância conhecida como capsaicina, que causa a dor


Pesquisas com pimenta malagueta estão ajudando cientistas a criar um novo tipo de analgésico que teria a vantagem de não provocar dependência no paciente.

Uma equipe da University of Texas, nos Estados Unidos, disse ter identificado, em pontos do organismo afetados pela dor, uma substância semelhante à capsaicina --que dá à pimenta malagueta seu efeito ardido.

Os especialistas dizem ter encontrado uma forma de bloquear a produção desta substância, o que seria útil em tratamentos para a dor crônica.

Eles relatam suas descobertas na revista científica "Journal of Clinical Investigation".

Dor

A pimenta malagueta é rica em uma substância conhecida como capsaicina, que causa a dor ao ativar um receptor chamado potencial transiente do tipo vanilóide-1 (TRPV1, na sigla em inglês).

Em estudos com ratos, a equipe americana descobriu que quando o organismo é ferido, substâncias semelhantes à capsaicina são liberadas no local e ativam os receptores associados à sensação de dor.

Essas substâncias são ácidos graxos chamados metabólitos do ácido linoleico oxidado (Olams, na sigla em inglês).

O ácido linoleico está presente de forma abundante no organismo humano, mas as investigações da equipe revelaram a existência de uma nova família desse ácido, produzida pelo corpo e liberada quando há um ferimento.

Após identificar esse processo, os cientistas fizeram mais experimentos com ratos em laboratório para tentar encontrar formas de bloquear a ação da substância.

Sem Dependência

Como resultado, a equipe desenvolveu dois novos tipos de analgésicos. Um usa drogas que bloqueiam a formação dos Olams, outro é baseado em um anticorpo que os mantém inativos.

Os pesquisadores dizem que as novas drogas podem resultar em terapias e medicamentos para várias doenças inflamatórias, como a artrite, por exemplo, ou no alívio da dor associada ao câncer.

"Quase todo mundo vai vivenciar dor persistente em algum momento da vida", disse o pesquisador Kenneth Hargreaves, da Dental School da University of Texas, chefe da equipe.

"Nossa descoberta é empolgante porque oferece a médicos, dentistas e pacientes mais opções na prescrição de medicamentos para a dor".

"Além disso, (os novos analgésicos) podem ajudar a evitar o problema do vício e da dependência de remédios para a dor, e terão o potencial de beneficiar milhões de pessoas que sofrem de dor crônica".

Segundo os pesquisadores, as drogas poderão, no futuro, ser administradas em forma líquida, em comprimido ou por injeção.

Todas as opções têm o potencial de bloquear a dor na sua origem, diferentemente de analgésicos baseados em opiatos, que viajam para o cérebro e afetam o sistema nervoso central.


Autor: Imprensa
Fonte: BBC Brasil