quinta-feira, 22 de abril de 2010

Criatura do Céu



"...Chico nos revela qual o desejo maior que afagou em toda a sua vida de encarnado, e que recentemente lhe foi satisfeito: ter um quarto seu com uma janela toda de vidro para poder VER O CÉU, de noite, cheio de estrelas, sentir os mundos imensos que estão rolando pelo infinito como lenços a nos acenar, a nos chamar e pedir que lutemos para os merecer.

Quer ver o céu ainda para ver os Espíritos que vêm e vão... Foi Flamarion quem disse que precisamos olhar menos para a Terra e mais para o Céu, porque o silêncio do Céu é mais eloquente que todas as vozes humanas. O aspecto de sua abóbada celeste nos enche de admiração e fala-nos de Deus, MAS DE UM DEUS VERDADEIRO.

Por que o Deus dos espíritos não é o Deus dos exércitos de Felipe II; não derrama sangue, não fala de guerras, não anda a vencer batalhas, não conduz às infâmias da Inquisição, não faz queimar vivos como heréticos, irmãos outros que tenham religiões diferentes da nossa; não aprova a matança de S. Bartolomeu, não sustenta o erro; não condena Copérnico e Falileu, porque esse Deus que o Céu nos mostra é a Suprema Justiça, a Suprema Verdade, o Amor mesmo, e paira, impecável e sereno, na Sua Luz e no Seu poder! As criaturas que olham para o Céu, que gostam do Céu, que falam com o Céu, são criaturas diferentes, estão de passagem por aqui, em Missões; e, sentindo Saudades da Pátria Verdadeira, distante, procuram minorar essa Saudade olhando o Infinito, traduzindo-lhe a Mensagem silenciosa e linda, que Irmãos Maiores lhe enviam.

Chico Xavier é, assim, uma criatura do Céu!"

Casos extraídos do livro "Lindos Casos de Chico Xavier" - Ramiro Gama - 17ª ed. São Paulo, Lake - 1995

terça-feira, 20 de abril de 2010

Acupuntura de Depressão


Técnica milenar alivia depressão durante a gravidez, diz estudo americano.
Até um quarto das mulheres sofre de depressão durante a gravidez e muitas são relutantes em tomar antidepressivos. Agora, um novo estudo sugere que a acupuntura pode oferecer algum alivio durante a gravidez.
A pesquisa da Universidade de Stanford recrutou 150 mulheres deprimidas, grávidas de 12 a 30 semanas, e, aleatoriamente, escolheram 52 para receber acupuntura específica para sintomas de depressão, 49 para acupuntura comum e 49 para massagem sueca.
Cada mulher recebeu 12 sessões de 25 minutos cada; as que receberam acupuntura não sabiam qual o tipo estava designado a elas. No tratamento específico para depressão, as agulhas são inseridas em pontos do corpo que especialistas dizem corresponder a sintomas como ansiedade, abandono e apatia.
Depois de oito semanas, quase dois terços das mulheres do grupo da acupuntura específica para depressão mostraram uma redução de pelo menos 50% em seus sintomas, comparado a pouco menos da medade das mulheres tratadas com masssagem ou acupuntura comum.
As descobertas aparecem na edição de Março 2010 "Obstetrics & Gynecology". A principal autora, Rachel Manber, professora de psiquiatria e ciências comportamentais em Stanfor, disse que os resultados sugerem que alguns sintomas de depressão durante a gravidez podem estar relacionados ao desconforto físico, que é aliviado pela acupuntura.
Ainda assim, os resultados foram notáveis, afirmou.
Fonte: New York Times

domingo, 18 de abril de 2010

Assumindo Responsabilidade


A vida está em constante movimento, muda continuamente - um momento passa e deixa outro, que nunca é igual ao anterior. A todo instante o nosso corpo sofre mudanças fisiológicas e psicológicas de que não fazemos a menor idéia.
Quando temos consciência dessas mudanças, podemos apreciar a vida com mais facilidade e comunicar-nos com os outros.
Entretanto, quando não temos consciência do que está acontecendo em nossas vidas, podemos compreender de repente que a metade já se foi - e que fizemos pouco progresso nos libertando de nossos obstáculos ou no desenvolver as nossas qualidades positivas. Porque a vida se move sem parar - muito mais depressa do que um rio - precisamos usar bem cada momento.
É importante, pois, estarmos consciente a todo momento - para primeiro olhar e pensar no que estamos fazendo - e não agir precipitadamente. A espontaneidade que provém da certeza e da autoconfiança é uma qualidade muito positiva; muitas vezes, contudo, quando respondemos sem pensar,somos como um floco de algodão que voa onde quer que o vento o leve. A ação espontânea é muitas vezes imprevisível e, assim, pode resultar em confusão ou desorientação; podemos ser levados a extremos pela nossa mente confusa. Por isso precisamos controlar nossa impulsividade e, em vez de depender dela, depender apenas da nossa força interior e da nossa convicção. Não obstante, quase todos preferimos seguir o que nos fascina no momento, sem pensar nas conseqüências.
Era uma vez um rei de macacos qua abaixou a vista para as paredes de um desfiladeiro e viu a lua brilhante refletida na água, lá em baixo. "Oh, que linda jóia - preciso tê-la!" pensou. Quando contou o caso aos outros macacos, todos disseram que seria muito difícil alcançá-la; mas o rei dos macacos insistiu: "Tenho uma idéia: um dos macacos ficará agarrado a uma árvore todos os demais formarão uma linha, cada qual segurando com firmeza o rabo do macaco à sua frente. Depois poderemos abaixar essa cadeia de macacos até a água e o último poderá alcançar a jóia." Assim, quinhentos macacos ficaram pendurados, um atrás do outro, até chegar à água, mas peso de todos eles foi excessivo para o que estava agarrado à árvore, e os quinhentos macacos caíram dentro d'água e morreram afogados.
Nossa mente, não é raro, é como o macaco - quando não refletimos cuidadosamente, com antecedência, em nossas ações, não podemos ver com clareza as conseqüências, e nossas fantasias, sonhos e ambições egoístas nos causam dificuldades. Quando nossas ações são realizadas às cegas, sem nenhuma direção prática ou lógica, podemos nos ver entalados em situações ainda mais enredantes do que as circunstâncias presentes.

sábado, 17 de abril de 2010

Fluir


O universo é constituído de pura energia, cuja tendência é mover-se e fluir. O estado natural da vida é de fluxo e de mudanças constantes. Ao compreendermos isso, nós nos sintonizamos com o seu ritmo e passamos a ser capazes de dar e receber livremente, sabendo que nunca realmente perdemos nada e que estamos constantemente ganhando.
Uma vez que tenhamos começado a aprender a aceitar a benevolência do universo, é natural que também tenhamos vontade de partilhá-la com os outros, visto que, ao repartirmos a nossa energia, abrimos espaço para que ela flua para dentro de nós em quantidade ainda maior.
Quando tentamos nos agarrar ao que termos, em razão de um sentimento de insegurança (medo) ou de que "não existe o suficiente para todos", esse maravilhosos fluxo de energia é interrompido. Quando ficamos presos ao que temos, deixamos de manter a energia em movimento e de abrir espaço para que a energia chegue até nós.
A energia assume muitas formas, tais como o amor, a afeição, o apreço e o reconhecimento, os bens materiais, como o dinheiro, a amizade, etc., e os princípios aplicam-se igualmente a todas essas formas.
Observando as pessoas que são mais infelizes, descobrimos que elas frequentemente sofrem de algum tipo de carência e, por isso, assumem uma postura mesquinha em relação à vida. Elas sentem que o mundo, de maneira geral, e as oiutra pessoas, em particular, não estão lhe dando o que elas precisam. É como se tentassem desesperadamente arrancar da vida o amor e a satisfação pelos quais anseiam e, na verdade, acabassem causando a interrupção do fluxo de sua energia. Muitos de nós temos um pouco dessa tendência.
Esse fluxo começa a ser revertido quando encontramos aquela parte de nós mesmos que está realmente fluindo. Esse fluxo não resulta do farisaísmo, de uma disposição para o auto-sacrifício ou de uma idéia de espiritualidade, mas do prazer que ele nos dá. Ele só pode advir de um sentimento de amor e de plenitude.
Cada um de nós tem dentro de si provisões inesgotáveis de amor e felicidade. Nós nos acostumamos a pensar que precisamos obter alguma coisa fora de nós para podermos ser felizes, quando, na verdade, a coisa se dá de outra maneira; temos de aprender a entrar em contato com a nossa fonte interior de felicidade e satisfação e fazê-la fluir para fora de nós, a fim de podermos compartilhá-la com as outras pessoas - não porque seja louvável agir assim, mas pelo prazer que isso nos dará. Uma vez que tenhamos nos sintonizado com essa fonte, será natural sentirmos vontade de dividi-la com os outros porque essa é a natureza fundamental do amor.
A medida que fazemos jorrar a nossa energia amorosa, criamos espaço para que mais energia flua para dentro de nós.Logo descobrimos que esse processo é por si mesmo tão agradável que sentimos vontade de praticá-lo cada vez mais. E quanto mais você dá de si, mais recebe do mundo (como a natureza é avessa ao vácuo, ao fazer o seu amor jorrar, tem origem um espaço para dentro do qual alguma coisa precisa fluir). Assim, o fluxo ddde energia transforma-se em sua própria recompensa.
Quando tivermos entendido plenamente esse princípio e passado a viver de acordo com ele, conseguiremos manifestar a nossa natureza intrinsecamente amorosa.
Lembre-se, entretanto, que para saber dar com satisfação é preciso também saber dizer "não" quando dar não lhe parece correto, e de perceber que ninguém pode continuar dando enquanto não estiver apto também a receber... e que "dar" significa dar de si mesmo...
E se tratando de permitir que o seu amor transborde, a prática gera a perfeição. É preciso que você se entregue conscientemente a esse processo para poder descobrir por experi~encia própria como e grande o prazer que isso pode lhe proporcionar. Eis aqui alguns exercícios de doação que você poderá fazer se precisar de algum aperfeiçoamento nessa área:

1.
Procure manifestar mais apreço pelos outros de todas as maneiras que você possa imaginar. Sente-se agora mesmo e faça uma lista das pessoas para as quais você gostaria de fazer fluir o seu amor e o seu apreço.Pense também numa maneira pela qual você poderia fazer isso a cada uma dessas pessoas dentro de, no máximo, uma semana. O fluxo pode assumir a forma de palavras, de um toque, de presentes, de um telefonema ou de uma carta, de dinheiro ou da decisão de usar algum dos seus talentos para fazer com que a outra pessoa se sinta bem. Escolha algo que dê prazer também a você, mesmo que isso lhe pareça um pouco mais difícil.
Manifeste às pessoas o seu apreço, reconhecimento e admiração, sempre que estiver sentindo isso. "Foi gentil de sua parte ter me ajudado." "Quero que você saiba que gostei muito do que você fez." "Seus olhos brilhavam quando você disse aquilo e fez com que eu me sentisse bem ao ver você". (É muito bom dizer essas coisas mesmo que você se sinta um pouco constrangido!).

2.
Examine os seus pertences em busca de coisas de que não precisa mais ou que você usa muito raramente e faça doações a pessoas que possam fazer melhor uso delas.

3.
Se você é do tipo que procura gastar o mínimo possível e está sempre em busca de uma pechincha, tente gastar uma pequena quantia a mais todos os dias. Compre aquele produto que custa um pouco mais caro em vez de levar o que custa menos, deleite-se com algum pequeno extra fora do programa, pague um café a uma amigo, faça uma doação para uma boa causa. Mesmo essas pequenas ações servem para demonstrar a si mesmo que você tem fé na abundância que tem estado afirmativo. Nesse caso, as ações falam tão alto quanto as palavras.

4.
Seja criativo. Pense em outras maneiras de fazer com que a sua energia flua para o universo em seu próprio benefício e no das outras pessoas.

terça-feira, 13 de abril de 2010


Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo. Eu me amparo e a vida me ampara.
Vejo provas da Lei atuando em torno de mim e em todas as áreas de minha vida.
Reforço o que aprendo da maneira mais alegte que encontro.
Meu dia começa com gratidão e alegria.
Espero com ansiedade e entusiasmo as aventuras do dia, sabendo que em minha vida "Tudo é bom".
Amo quem sou e tudo o faço.
Sou a viva, amorosa e alegre expressão da vida.
Tudo está bem no meu mundo.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Os Efeitos do Reiki no Estilo de Vida


Muitas pessoas têm uma vida muito agitada e desarmônica.
Esímulos emocionais elevados e situações estressantes se alternam a intervalos freqüentes e são tão marcantes que a intensidade das experiências em si exige em excesso dos nossos nervos e órgãos. Com o tempo, essas situações, se repetidas com freqüência, resultam em apatia, numa atitude de resistência e em cinismo.
Em geral, buscamos a liberação em expriências superficiais. Essa busca estressa ainda mais porque não podemos encontrar nenhuma satisfação e harmonia duradouras nessas experiências. Assim, a vida é comandada ou pela nossa ansiedade por estímulos externos ou por nossa resistência em verdadeiramente experienciá-los. O que quer que experienciemos somente nos satisfaz temporariamente e na maioria das vezes não pode ser integrado em nossa natureza mais profunda, porque tem pouco a ver com as lições reais que viemos aprender durante esta encarnação.
Se for aplicado regularmente, o Reiki reduz os altos e baixos mais extremados da vida. Gradualmente desenvolve-se um estilo de vida que é equilibrado interna e externamente. Sintonizando-se mais adequadamente com o seu Eu interior. A qualidade da sua vida melhora à medida que você integra com mais facilidade as experiências que cruzam seu caminho. Uma sensação de paz surge à medida que você percebe que as lições que aprendeu enriquecem sua personalidade. As atribulações físicas e mentais se reduzem e freqüentemente desaparecem, ou curam atavés de meios médicos que até o momento foram ineficazes sem o apoio que o Reiki propicia. O Reiki provê um fluxo contínuo de energia que faz com que o Terceiro Olho, que é responsável pelo reconhecimento e realização do caminho ideal para cada um de nós, e o centro de energia, o chacra-raiz, trabalhem juntos em harmonia.

Manual de Reiki - Walter Lübeck

Medo de Si




O mais comum, de fato, é termos medo de algo ou de alguém, do que vem do exterior, do desconhecido ou do já conhecido. Ter medo por vezes também está relacionado a traumas, experiências passadas não muito boas, ou a conselhos (embasados ou não) de pessoas que nos circundam.

Mas, o medo que definitivamente nos limita é o medo de si.

O medo de não ser capaz, de não conseguir, de não atingir os objetivos, o medo da não-aceitação, da frustração.

Veja que medo e “não” estão intimamente ligados. Sim, o medo e a negação compartilham objetivos comuns: a estagnação, senão a retroação.

Assim, se o objetivo é crescer, avançar, progredir, evoluir, você deve se permitir ouvir mais “sims”. E, mais “sims” de si mesmo(a) para si mesmo(a).

Isso em si, não significa que o mundo te gratificará somente com coisas belas, boas e aprazíveis. Afinal, qual criança aprende a andar sem nunca antes tropeçar?

No entanto, você abrirá para si a enorme porta das oportunidades. Permitirá que o universo passe a te conhecer e, conseqüentemente, mais e mais, trabalhar ao teu favor.

Por outro lado, a autoconfiança passará atingir o ponto de equilíbrio ideal e a confiança NELE poderá atingir o grau máximo: a fórmula perfeita!

Portanto, arranque gradativamente os “nãos” de teu repertório, os “nãos” ao novo, os “nãos” a si mesmo(a), elimine o medo de si e seja plenamente feliz!



Que AQUELE QUE É CONTIGO E EM TI o seja em todos os dias de tua vida!



Isaac Yedidyah

F.I.M. – Fraternidade de Iluminadores do Mundo